Um vaso sanitário japonês foi a extravagância mais recente do Rup

6 de abr de 2017

O MiNDFOOD conversou com o Rupert para saber o que ele tem feito, se ainda está dirigindo uma van de sorvete, sobre a série Snatch e muito mais. Segundo o portal, Rup manteve seu incrível senso de humor desde a última entrevista, ainda na época de Harry Potter. Confira!



Faz muito tempo desde a última vez que o vimos. Você pode me atualizar desde seus dias de Harry Potter?

A vida tem sido muito boa. Terminar Harry Potter foi um grande momento para mim. Foi uma parte enorme e significativa da minha vida, 12 anos, e ter que parar de repente, levou algum tempo para me adaptar. Mas acho que terminou no momento certo. Eu estava pronto para seguir em frente. Então, eu tenho tentado recuperar coisas que perdi. Por estar em um ambiente de trabalho muito adulto em uma idade tão jovem, era bastante propício a não fazer nada. I realmente gostava daquilo. Viajei um pouco, fiz alguns filmes independentes, explorei o teatro. Eu fiz uma peça em Londres e uma peça na Broadway e aprendi muito com isso. Eu sempre fui muito descontraído, um pouco filosófico sobre tudo e meio que apenas seguindo o fluxo.

Qual coisa que você faz agora que não podia fazer quando filmava Harry Potter?

Cortei meu cabelo de verdade! Eu nunca tive qualquer controle do meu cabelo durante esses anos (risos). O corte sempre tinha que ser o que era o certo para o Rony, foi muito bom viver um pouco.

Na versão do filme Snatch muitas pessoas não conseguiam entender o que os personagens falavam. É a mesma coisa na série?

Sim (risos) você definitivamente vai precisar de legendas.

Há muita pressão para manter-se alinhado ao filme?

Há muita pressão quando você está fazendo algo assim. Quando um filme é tão amado, especialmente na Inglaterra, tão apreciável e todo mundo é tão fã, há uma enorme pressão para fazer tudo certo.

Harry Potter fez você muito rico, mas havia um lado negativo?

Já pensei muito nisso. Não, eu não acho que havia. Não me arrependo de nada. Obviamente, foi um sacrifício enorme, mas acho que não pensei nisso. Eu tinha 11 anos, concordava em fazer aquilo e você não pensa sobre o que isso realmente significa, e não sabíamos onde ia chegar. Você assina um contrato para 2 filmes e os livros eram populares, mas percebíamos o que isso ia significar para nossa vida, acho. Eu acho que há um sacrifício em não passar despercebido nunca, que é algo que você acaba aceitando. Isso foi meio que uma luta. Sair é uma coisa que não dá pra esconder. Todo mundo sempre é muito legal e gentil comigo, mas, sim, às vezes seria bom ser um pouco anônimo.

Snatch é sobre roubar. O que você já roubou na vida real?

Quando eu era mais novo roubei a coisa mais estranha. Eu roubei uma escova de cabelo (risos). Lembro de sentir que era uma espécie de emoção. Posso compreender a atração.

Por que uma escova de cabelo?

Eu não sei (risos) porque eu nunca escovo meu cabelo. Foi um impulso. Era do supermercado Woolworth.

Você pegou alguma coisa do set de Harry Potter?

Peguei. Foi vergonhoso, mas sim, no último dia eu peguei o número da casa em Privet Drive, a casa do Harry. Ttive que desparafusar com uma pedra (risos).

O que você gosta de assistir na TV?

Eu gosto de Stranger Things. Amei The OA. Fazer maratonas para assistir é empolgante.

Eu estava lendo que você é um grande fã de música. Você está em uma banda?

Quem me dera estar em uma banda (risos). Minha irmã está em uma banda e assisto aos shows. Eu toco um pouco de guitarra, mas eu não sou bom de jeito nenhum. Já tentei tantos instrumentos diferentes. Tentei o acordeão, saxofone, mas nunca fui capaz de dominar qualquer um deles. É um talento único.

Você comprou uma van de sorvete quando terminou Harry Potter. Você ainda a tem?

Tenho sim. Eu aprendi a dirigir naquele carro. Não é o veículo mais prático do mundo para dirigir no dia a dia, mas, sim, ainda tenho e no último dia de filmagem de Harry Potter eu a levei aos sets e servi sorvete para a equipe. Sim, eu que coloquei os sorvetes, é uma baita técnica colocar a voltinha perfeita, fico muito orgulhoso disso (risos).

O que levou você a comprar a van de sorvete?

Ter a van de sorvete sempre foi um sonho meu. Nem sempre quis ser ator. Na verdade nunca passou pela minha cabeça. Queria mesmo era ser sorveteiro (risos). Pensei que seria um trabalho perfeito (risos). Então comprei a van e aprendi a dirigir nela. Eu ainda tenho e é linda.

Foi assim que conheceu sua namorada?

Não. Não conheci minha namorada servindo sorvete (risos)

Qual é a sua relação com o dinheiro?

Eu tenho uma relação muito estranha com o dinheiro, porque eu tinha 12, 13, quando eu comecei a ganhar. Então nunca soube o valor dele e comprei lhamas e um aerodeslizador. Fui um pouco louco.

Uma lhama?

Eu tive algumas lhamas, sim (risos). Não as tenho mais. Elas eram ótimos. Sim, eu tinha uma espécie de pequena fazenda de criaturas diferentes, tartarugas gigantes, micro porcos.

Qual a sua extravagância mais recente?

Agora que sou um pouco mais velho são coisas mais sem graça. Coisas do tipo aspiradores de pó. E eu tenho um vaso sanitário muito bom (risos). É um daqueles japoneses. É muito legal.

Você não mudou da categoria van de sorvete para caminhão de bombeiros?

(Risos) Eu olhei uns caminhões de bombeiros, na verdade, mas eles são muito grandes. Acho que precisa de uma licença especial, procurei saber. Tenho um carro agora. Uma Range Rover Sport normal.

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